Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de agosto, 2011

¿Quiere decir que la gente se encuentra más cómoda considerándose enfermo que infeliz, inadaptado, irresponsable, agobiado, frustrado?

www.elboomeran.com | 26/7/2011 REVISTA EL ESTADO MENTAL El estado del malestar "Los pequeños malestares individuales suman una grave enfermedad social. Sobre una realidad crítica y difícil, que pone en cuestión proyectos y esperanzas individuales y colectivos, se superpone una opresiva debilidad moral. El psiquiatra y ensayista Guillermo Rendueles (Gijón 1948), pionero en aplicar las tesis de la antipsiquiatría en los años setenta, y que hoy sigue desempeñando su actividad en contacto directo con los malestares cotidianos de los pacientes de un centro del Insalud en un barrio de Gijón, diagnostica en esta entrevista el verdadero problema de nuestros días: la escasez de vínculos serenos, de relaciones afectivas que proporcionen tranquilidad." Entrevista realizada por Fidel Moreno con la participación de Borja Casani, publicada en el primer número de la revista  El estado mental    . http://www.elboomeran.com/nuevo-contenido/257/el-estado-del-malestar/

Da vida...

www.google.com/acesso 21h47min "(...) porque da vida só espero rir dos tombos, aprender com os erros e continuar acreditando que tudo vai dar certo sempre".  (Aurélia Vasconcelos)

Lo que puedo hacer, si me gusta...

Ventanas

www.google.com Fechei algumas janelas, porque devo, porque quero, porque posso. Não foi fácil: o vento de tempestade que faz "voar" folhas e assovia nos fios de eletricidade, me impedia fechá-las...Mas outras mãos se juntaram às minhas, não estive só. Se voltarei a abri-las, se desejarei espiar através do vidro, ou mesmo se encostarei meu rosto na sua matéria, não sei, não importa neste momento...  Por agora, abro outras ventanas através das quais me chegam imagens novas, cheiros de inverno, um ruído aqui e outro lá que me excitam e incitam à vida. E a vida avança, eu com ela...Sem brados, pois penso que estes só serviriam para mostrar desespero ou talvez que não estivesse vivendo realmente. E isso nunca: tanto doída como perigosa, na escuridão como na luz, estou sempre viva:" vida que é minha, para o meu próprio consumo". Estou vivendo a singularidade, o detalhe, os indícios que tantos desprezam e que, muitas vezes, podem descobrir o que é de fato v...