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Minha pelúcia negra... Mi bebé

Quando o amor é amor...

Quando o amor é amor - seja ele de que tipo for - amor entre um homem e uma mulher, entre mulheres e entre homens, entre pais e filhos, entre amigos, entre irmãos - ele está acima de todas as crenças. O amor, quando é amor, não se presta a fazer da crença um instrumento de onipotência. No egoísmo, as pequenas crenças tentam diminuir o valor do amor. O amor, entretanto, é do campo da fé. Não é do campo da crença. Fé é algo que se alcança a partir de um longo percurso, onde nossas próprias forças são testadas, ultrapassadas, até chegarmos ao momento em que podemos dizer: "Não cheguei até aqui sozinho. Foi por amor." (Evelin Pestana), .

O amor está no Ar

Trouxe pra cá, achei tão bonito! De alguma forma, em algum momento da vida, a gente perde um tempo precioso com situações e pessoas...Tudo bem, depois das tempestades... "Yo había puesto encima de mi pecho, un pequeño letrero que decía:  cerrado por demolición. Y aquí mi tiene usted pintando las paredes y abriendo las ventanas". Carlos Pellicer
Cartogatti "Solo nosotros sabemos estar distantemente juntos."               Julio Cortázar

Até que a morte nos separe

Fui ver "Viudas", do diretor argentino Marcos Carnevale. O argumento é uma conversa do cinema com estes binômios fantásticos: amor e traição, dor e luto, perda e enfrentamento; solidão versus solitude . Pessoalmente, gostei, é um bom filme,  do tipo que te leva ao cinema na tarde do primeiro dia do Ano Novo, em uma Porto Alegre cinzenta, chorona de chuva e vazia de gentes. Ri, pensei, gostei da música...Mas saí com a sensação de que a tal "conversa" com os velhos clichês da nossa complicada humanidade pedia mais fôlego, mais sal e pimenta, mais provocação... O argumento central é a morte de Augusto, marido de Elena ( a estupenda Graciela Borges) e amante de Adela ( Valeria Bertucelli) que sai desse triângulo amoroso depois de um infarto e com um inusitado pedido a sua mulher: "Cuidéla, porque está sola" (algo do gênero). Desse ponto e ao longo do filme, os encontros e os desencontros dessas duas mulheres tão diferentes, e ao mesmo tempo tão mulheres, ...

Ao amor

Um brinde ao amor, a todo el amor: de todas as cores gêneros ... Ao amor de terça, quarta, quinta, sexta..., Um brinde ao amor toalha de renda e velas de seda... Ao amor faminto, urgente, exigente, experiente. Um brinde ao amor de carne e sangue, latejante, que acorda, incomoda, desacomoda Um brinde ao amor de perder o prumo e o rumo, o norte e o sul um amor de morte... Um brinde ao amor felino, cretino, de menino... Ao amor que fala e faz calar que cala e faz falar Um brinde ao amor de lua, de rua que fica na sua e não sua Um brinde ao amor que se alimenta se retroalimenta que canta e encanta que dança no meio fio que desnuda e inunda... Um brinde ao amor de Romeu e Julieta. de João e Maria Alice e José... Ao amor de cafuné, mãe, pai, filho homem e mulher... Um brinde ao amor, meu e teu, teu e meu... Um brinde ao "amor amor que es, simplemente, amor. Amor y amor...y nada más que amor! O Beijo, Gustav Klint (Versos finai...

Adoro!!

La Soledad Sonora - Parte II

Gustav Klint "...El segundo peldaño es el enamoramiento: al gustar sigue el querer; al caer en amor, el estar en amor; el flechazo, la voluntad de abrirse en una herida jubilosa; a la ceguera, el iniciar a tientas el recíproco camino de la aproximación; a la pasión - con lo que tiene de inacción y de padecimiento - una conciencia activa, una afirmación y, en definitiva, una elección. En el tercer peldaño al querer sigue el amar en estricto sentido: el yo te amo, con esos dos pronombres personales por delante. Ahora se trata de un proyecto común: algo severo a la vez que gozoso; ingresar en la cámara nupcial. No en una cama episódica y aventurera, sino en un lugar donde el connubio lleva aparejado el convivio, donde el sentimiento se complica y se implica en la convivencia. Y donde hacer el amor no se confunde con hacer los gestos del amor, sino que consiste en una ardua labor: ayudar a otra persona - la más próxima - a cumplirse, y que tal ayuda nos ayude a cumplirnos. O sea, ...

De Antonio Gala, La Soledad Sonora - I Parte

Frank Bernard Dicksee (1853-1928)-'Romeo and Juliet'-oil on canvas-1884   Southampton-City Art Gallery " El hombre está previsto para vivir en sociedad y para aparearse . " No es bueno que esté solo", dice al principio el Génesis. Y luchará con todas sus fuerzas por no estarlo. La naturaleza le suministra un instrumento que será más o menos rústico según sea utilizado de una forma más o menos personal y concreta: el amor.  A nadie se le obliga a la heroicidad. Quedémonos con el amor de la pareja (en ella está muy claro: es un deseo de unión, el más inmediato antídoto contra la soledad, el águila bicéfala), y pongámonos en el mejor de los casos: una pareja que haya atravesado, a un tiempo y de la mano, todas las antecámaras del amor: la del amor-impulso, vivido como una atracción física; la del amor-sentimiento, vivido como una atracción y una posterior adhesión de caracteres; la del amor-decisión, desarrollado como una convivencia. No es fácil, por supuesto,...

E de novo a armadilha dos abraços

Imagem google E de novo a armadilha dos abraços. E de novo o enredo das delícias. O rouco da garganta, os pés descalços a pele alucinada de carícias. As preces, os segredos, as risadas no altar esplendoroso das ofertas. De novo beijo a beijo as madrugadas de novo seio a seio as descobertas. Alcandorada no teu corpo imenso teço um colar de gritos e silêncios a ecoar no som dos precipícios. E tudo o que me dás eu te devolvo. E fazemos de novo, sempre novo o amor total dos deuses e dos bichos. (Rosa Faria de Lobato)
“Desde sempre, nos momentos mais tristes, mais difíceis e duros, estranhamente lhe vinha a imagem de estar sendo embalada por um gigante, aconchegada, mesmo adulta, num colo enorme, onde cabia perfeitamente. Era grande, não sabia ser pequena, mas o gigante era maior e podia com seu peso, com seu tamanho, podia lhe carregar e lhe deixar adormecer protegida. Era o único COLO no qual cabia (...)" (Patrícia Antoniete,  http://www.revistaparadoxo.com/ )