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Nubes

"Nubes y nubes flotan dormidas, algas del aire; todo el espacio gira con ellas, fuerza de nadie.."   (Octavio Paz)

Dos Cuerpos

Dos cuerpos frente a frente son a veces dos olas y la noche es océano. Dos cuerpos frente a frente son a veces dos piedras y la noche desierto. Dos cuerpos frente a frente son a veces raíces en la noche enlazadas. Dos cuerpos frente a frente son a veces navajas y la noche relámpago. ( Octavio Paz,poeta y ensayista mexicano nacido en Mixcoac, Ciudad de México en 1914. Es un poeta de todas las horas. Prevalece en sus poemas la madurez del día, madurez gozosa que se identifica con el encuentro y el abrazo nupcial de la pareja. Paz, es el poeta de las nupcias: en sus textos líricos copulan el cielo y la tierra, el hombre y la mujer, los animales, los astros, las plantas, las palabras, y copulan alegre y satisfactoriamente. A través del amor y el erotismo, Paz descubre y puebla un mundo en el que el hombre y la mujer luchan, se despedazan y surgen nuevamente de sus cenizas. En 1990 obtuvo el Premio Nobel de Literatura como reconocimiento por su obr...

Primavera

El viento trajo el olor de las flores hasta mi piel...Metí la nariz en la primavera. Será cuestión de tiempo sacarla.  Estornudos...

Un tiempo con Augusto Monterroso

EL  DINOSAURIO Cuando despertó, el dinosaurio todavía estaba allí. (De La oveja negra y demás fábulas, México, Era, 1969.)

Quero mais

Imagem capturada do Blog Feelings Tempo para mandar minha imaginação passear por esses mundos,  para ver o que há lá na esquina.  Tempo para escrever o que me vem à cabeça.  Tempo para não fazer nada e para observar a vida secreta das borboletas .  Tempo para ler, vorazmente, os livros que quero ler.  Tempo para esticar-me no sofá e ver filmes antigos,  minhas séries favoritas; Joh nny Depp como pirata ou cigano.  Tempo para estar solitária com meus pensamentos e vê-los passar voando, agarrá-los no ar e analisá-los, ou deixá-los voar novamente se assim o   desejarmos.  Tempo para contemplar, escutar e sentir.  Tempo para dançar com a minha memória.  Tempo para conhecer.  Tempo para andar sem rumo fixo e  tempo para fixar o rumo.  Tempo para acariciar, para sentir o vento e escutar a chuva.  Tempo para falar pelos cotovelos e tempo para ficar em silêncio. P...

Sexta à noite

www.google.com Já fazia algum tempo que as noites de sexta eram as suas preferidas para escrever. Até altas horas. Um dia, sem que se saiba o porquê, Sexta cansou, brigou, bateu pé e disse que não compreendia por que entre todas as outras noites da semana tinha que ser ela, justamente, a escolhida. Não quis ouvir os argumentos Dela sobre o excesso de trabalho. A vontade por livros que  roubava Dela também o prazer por escrever. No entanto, o que Sexta queria era que suas necessidades também fossem atendidas. Queria melhores horários e condições de trabalho. Também desejava mais liberdade para ser noite, amante, menina, mistério, ser inspiração. Exigiu férias para poder ver a vida passar. Disse um até breve e poeticamente saiu a deambular com a lua pelas madrugadas, às vezes tempestade; outras caliente,  mas ,  sempre singular. Andrea

Há

"Há alguns dias, Deus - ou isso que chamamos assim, tão descuidadamente, de Deus -, enviou-me certo presente ambíguo: uma possibilidade de amor. Ou disso que chamamos, também com descuido e alguma pressa, de amor. E você sabe a que me refiro. Antes que pudesse me assustar e, depois do susto, hesitar entre ir ou não ir, querer ou não querer - eu já estava lá dentro..." (C.F.A)