"(...) e quanto mais as pessoas permaneçam em seus ambientes uniformes - na companhia de outras" como elas", com quem podem socializar mecânica e praticamente, sem risco de mal-entendidos e sem ter de lutar contra a irritante necessidade de (sempre arriscadas) traduções de parte a parte, entre universos de sentidos distintos -, mais provável é que se "desaprenda" a arte de negociar sentidos comuns e um agradável modus vivendi". (Zygmunt Bauman, en "A Ética é Possível num Mundo de Consumidores?)