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www.facebook.com " Não te deixes destruir, ajuntando novas pedras e construindo novos poemas.   Recria a tua vida, sempre, Sempre. Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça. Faz da tua vida mesquinha um poema. E viverás no coração dos jovens e na memória das gerações que hão de vir." Da suave e terna Cora Coralina...

As três palavras menos conhecidas...

"Quando pronuncio a palavra Futuro, a primeira sílaba já se perde no passado. Mas as outras ainda têm tempo de avançar formando um elo com a palavra seguinte. Quando pronuncio a palavra Silêncio, suprimo-o. mas no seu lugar fica a pausa intercalada entre as notas de uma canção Quando pronuncio a palavra Nada, Crio algo que não cabe em nenhum não ser. mas pode caber dentro do Ser ocupando o espaço de minha alma ." De P. r. Baptista

As três palavras mais estranhas

www.google.com.br Quando pronuncio a palavra Futuro, a primeira sílaba já se perde no passado. Quando pronuncio a palavra Silêncio, suprimo-o. Quando pronuncio a palavra Nada, Crio algo que não cabe em nenhum não ser. De Wislawa Szymborska, poeta polonesa)

A primavera nos tempos do cólera

Eu nasci no inverno. Em uma manhã, na final da Copa do Mundo de 70. O Minuano que soprava, segundo a minha mãe, gelava o corpo de qualquer vivente. Mãos frias, corações quentes... Eu gosto do inverno. Não me deprimem as manhãs pintadas de cinza, sinto saudade nos entardeceres de sépia e me seduzem as noites de céu limpo e estrelado. Convivo bem com as roupas pesadas, as mantas enroscadas no pescoço, os pés gelados e a vontade de ficar dormindo até mais tarde, depois do despertador, para aproveitar o "quentinho" da cama, conquistado bravamente durante a madrugada. Sentir o frio faz parte da minha identidade: é como me sinto gaúcha em qualquer canto do Brasil. O som do vento que sopra nos fios, bergamota no sol, cheiro de café; chuva tocada à vento; temporais; vinho tinto, aconchego com a família e os amigos; churrasco aos domingos... Alunos sonolentos, gentes aproveitando porções de sol em semanas em que é possível virar sapo são imagens pessoais, mas emblemátic...

Para Mario, con cariño...

Gracias, querido Benedetti, por decir lo que nadie dice, por desvelar los que todos saben pero no quieren admitirlo... Gracias, Mario, por sentir de forma aguda, trascendiente... Y por haber llenado de ternura y humanidad, el mundo en sus días más grises...